quarta-feira, 22 de julho de 2026

Meus favoritos do momento?


 Olá, pessoas! 
Olha eu aqui outra vez... 😁 

Hoje eu estava passeando pelos temas do Entreblogs e fiquei naquela dúvida cruel sobre qual escolher . Sério, todos são maravilhosos e tão criativos! 
Às vezes eu queria que o dia tivesse umas 48 horas só para conseguir responder a todos. Mas, como ainda não descobri o segredo de me clonar, escolhi : Quais são os seus favoritos do momento? 

Confesso que fiquei pensando nisso por um tempinho. Ultimamente, não tenho muitos favoritos quando o assunto é séries, filmes, livros ou produtos. Faz tempo que não experimento nada muito novo, então minha mente ficou completamente em branco. Aí pensei: espera aí... eles não disseram que precisava ser um produto ou uma série, né? Então resolvi falar dos meus momentos favoritos. Acho que vale também! 😂 

1- 🌅 O cheirinho da noite chegando sem dúvida, esse é o meu momento favorito do dia, principalmente no verão. Sabe aquela horinha um pouco antes do pôr do sol, quando começa a soprar uma brisa fresquinha, gostosa e o calor finalmente dá uma trégua? 
Eu simplesmente amo.💖 
E agora vou fazer uma pergunta meio estranha... Mais alguém consegue sentir o cheiro da noite chegando? 🌙 Porque eu consigo! Tem um cheiro diferente, fresco, tranquilo... Não sei explicar. Adoro depois de tomar um banho, sentar no jardim, fechar os olhos e apenas sentir o cheiro da noite e ouvir os sons da cidade ao longe. Melhor ainda quando está tudo em silêncio. É tão relaxante que acho que já cochilei algumas vezes. 😂 

2- 🛏️ Cama limpa em um dia frio Esse aqui merece um prêmio. Trocar toda a roupa de cama, lavar os cobertores e, de preferência, estar fazendo frio... Na hora em que eu deito... Ahhhh... 😊 
Parece que fui teletransportada para outra dimensão. Não existe sensação melhor! 

3- 🌧️ Ler em um dia chuvoso Não sei explicar a lógica disso, mas a chuva aumenta a minha concentração. Quando está chovendo, eu leio muito mais. Parece que o mundo inteiro diminui o volume e sobra espaço só para mim e o livro. É uma paz maravilhosa. 

4- ☕ O cheiro de café fresquinho Acordar com aquele cheirinho de café se espalhando pela casa... Nem preciso falar muito, né? Só de escrever isso já deu vontade de fazer um cafezinho. 

5- 🤫 Ficar sozinha em casa Eu amo. Silêncio, paz, ninguém chamando meu nome a cada cinco minutos... É praticamente um evento de luxo. 😂 

6- 📚 Cheiro de livro novo Existe perfume melhor? Se existe, eu desconheço. 

7- 🍝 Lasanha com molho branco Hum... Só de escrever isso já consegui sentir o cheiro. Agora fiquei com fome. Obrigada, cérebro. 😂 

8- 🎧 Meu fone favorito Ah! Lembrei de um favorito que é um produto! 
 Meu querido JBL Tune 530BT. Além de ser lindo (comprei o lilás, claro 💜), ele é simplesmente maravilhoso. Abafa boa parte do barulho de fora, é super confortável e ouvir música com ele virou uma experiência completamente diferente. Comprei no Mercado Livre e, caso alguém tenha curiosidade, vou deixar o link aqui. 😉 

9- 🎵 Dormir ouvindo música Essa mania começou por causa da avó de uma amiga. Uma vez dormi na casa dela e a avó deixava um rádio ligado bem baixinho durante a noite. 
Eu dormi em um colchão no chão... e, mesmo assim, foi uma das melhores noites de sono que já tive. Achei tão aconchegante que trouxe esse hábito para a minha vida. A diferença é que eu uso meus fones e coloco uma playlist bem tranquila até pegar no sono. 

10- 🎶 Uma música que não sai da minha cabeça Enquanto escrevia este post, lembrei de mais um favorito! 
Tem uma música que simplesmente não sai da minha cabeça... e dos meus fones. 😂 Desde a primeira vez que a ouvi, em um anúncio no Instagram, fiquei completamente viciada. É Lose Control, do Teddy Swims. Não sei explicar, mas essa música me passa uma sensação tão boa que ela já virou parte da minha rotina. 
Quase sempre escuto antes de dormir e nunca enjoo. Se ainda não conhece, fica a dica. Eu amo! 💜 

E acho que esses são os meus favoritos do momento. 
Agora quero saber de vocês! Quais são os seus favoritos? Tem algum em comum comigo? Vou adorar ler as respostas nos comentários! 

Um beijão, até o próximo post! 💜


Selo 2.0

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Assisti Sibéria (2018): Eu queria John Wick... mas recebi uma novela russa fria e com muito sexo.

Olá, pessoas!

O fim de semana chegou e, como sempre, eu fico ansiosa esperando a noite para finalmente me jogar no meu velho e surrado sofá, pegar uma pipoca, um copão de Coca-Cola e mergulhar em algum filme do catálogo dos meus streamings favoritos. 
Dessa vez eu queria algo agitado. Tiro, porrada e bomba do começo ao fim, sabe? 

Aí dei de cara com Keanu Reeves na capa. Lindo 😍, com aquele cabelo sedoso, a barba por fazer e o olhar inconfundível do nosso eterno John Wick. Pronto. Já estava vendida. 
A descrição dizia: "Um traficante de diamantes vai à Sibéria em busca de seu parceiro desaparecido, mas essa viagem se transforma em uma verdadeira luta pela sobrevivência." 
Agora me respondam, caros leitores... O que vocês esperam de um filme com essa sinopse? Eu esperava no minimo uma luta intensa pela sobrevivência. Pois bem... Tenho o desprazer de informar que eu esperei... Esperei... Esperei durante 1 hora e 44 minutos... e essa tal luta pela sobrevivência simplesmente nunca chegou. 😕
Existe um princípio básico para contar qualquer história: saber para onde ela quer ir. Você apresenta os personagens, desenvolve a trama, cria conflitos e conduz tudo para um grande clímax. Só que Sibéria parece ter faltado nessa aula. 
Mesmo com Keanu Reeves no elenco, o filme nunca decide que história quer contar. No fim das contas, ele se resume a vários planos do protagonista fazendo sua tradicional expressão de "estou pensando profundamente" enquanto caminha por cenários congelantes da Rússia. E só. 😒

Lucas Hill (Keanu Reeves) é um negociador ilegal de diamantes que viaja até a Sibéria para encontrar seu sócio desaparecido, Pyotr (Boris Gulyarin). O problema? Pyotr nunca aparece. Sério. 
O sujeito desaparece antes do filme começar e passa o filme inteiro sendo apenas mencionado. Somos jogados no meio da história sem praticamente nenhuma explicação sobre quem ele é, por que desapareceu ou por que simplesmente resolveu abandonar Lucas com um problemão nas mãos. Até aí eu pensei: "Calma... isso deve fazer parte do mistério." Que nada. Assim que chega à Rússia, Lucas parece esquecer completamente o motivo da viagem e resolve investir seu tempo na primeira mulher que cruza o caminho dele: Katya (Ana Ularu). E é aqui que o filme começa a desandar de vez. 

Agora preciso comentar a cena que quase me fez desligar a TV. Lucas conhece Katya em um bar. Os irmãos dela, que fazem pose de machões, resolvem partir para cima dele. E aí acontece o impensável... 
O John Wick apanha de dois bêbados num estacionamento. 😲
Meu amigo... Que isso? 
Eu fiquei uns vinte minutos olhando para a televisão tentando entender se era pegadinha. O homem simplesmente leva uma surra, fica largado no chão e precisa ser resgatado pela moça do bar, que o leva para casa. 
Eu olhava para a tela pensando: "Em que universo paralelo isso aconteceu?" 


Depois dessa surra histórica, Lucas passa a noite na casa de Katya. Os dois começam um romance... Do nada. Sem construção. Sem química. Sem motivo. Quando você percebe... Eles já estão na cama. E pronto. Surge outro conflito envolvendo os irmãos ciumentos da moça... que também não leva a absolutamente lugar nenhum. 
Aliás, essa parece ser a proposta do roteiro: Criar conflitos. Esquecer deles. Criar outros. Esquecer também. E seguir em frente como se nada tivesse acontecido. 

Falando no casal... Desculpa, mas não existe química nenhuma entre os dois. Os diálogos são vazios, artificiais e só deixam ainda mais evidente o quanto o roteiro é fraco. Em determinado momento descobrimos que Lucas é casado e que sua esposa está esperando por ele em casa. Essa revelação parece existir apenas para tentar dar algum peso dramático às inúmeras cenas de sexo entre Lucas e Katya. E falando nisso... Que cenas estranhas. Não são nada sensuais. Não desenvolvem os personagens. Não fazem a história andar. Só estão ali ocupando tempo de tela. Eu sinceramente esperava muito mais de um filme que conta com um ator como Keanu Reeves. Ou talvez o problema tenha sido meu excesso de expectativa. Sei lá .

Quando finalmente chega o terceiro ato, pensei: "Agora vai." Agora começa a perseguição. Agora vem a ação. Agora explode alguma coisa. Agora o John Wick desperta. 
Não. Não desperta. Não explode. Não acontece. A resolução é preguiçosa e acaba enterrando qualquer esperança de um final realmente impactante. 
E, meus amigos... Não existe UMA única cena de ação realmente empolgante. Você passa o filme inteiro esperando... E continua esperando até aparecerem os créditos. 

Sibéria não entrega suspense. Não entrega ação. Não entrega romance. E, sinceramente, não entrega quase nada. É uma pena. A Rússia é um cenário incrível para histórias envolvendo crime organizado, conspirações, espionagem e suspense. O filme tinha tudo para construir uma narrativa tensa e envolvente. Mas prefere seguir um caminho lento, arrastado e sonolento.💤😴  
O romance serve apenas como desculpa para inserir várias cenas de sexo que não acrescentam absolutamente nada na drama. Os personagens são rasos. Os conflitos não são resolvidos. O mistério não convence. E o filme simplesmente termina. 
Se eu pudesse resumir minha experiência assistindo Sibéria, ela seria uma mistura de: 
 ✔ Decepção. 
 ✔ Raiva. 
 ✔ Pena. 
 ✔ E algumas boas bocejadas. 

 Eu sentei esperando tiro, porrada e bomba. Recebi frio, silêncio, sexo aleatório sem química nenhuma e uma enorme vontade de conferir se ainda faltava muito para acabar.  
No fim das contas... Quem realmente lutou pela sobrevivência fui eu tentando permanecer acordada até os créditos finais. 

Sibéia
lançamento: 13 de julho de 2018 (Brasil) 
Diretor: Matthew Ross 
Duração: 1h 44m 
Gêneros: Ação, Romance, Drama, Aventura, Melodrama, Suspense, Crime, Mistério, Ficção policial 
Nota: ⭐⭐⭐ 3/10 

 P.S.: Keanu Reeves continua lindo. O problema definitivamente não era ele... era todo o resto.​

Se vocês já assistiram a esse filme, me contem o que acharam! 
Eu adoro saber a opinião das pessoas, principalmente quando ela é completamente diferente da minha. Vai que fui eu quem implicou demais, né? 😂 
E, se você ainda não assistiu, fique à vontade para tirar suas próprias conclusões. Só vou dar um conselho de amiga: vá com a expectativa lá no chão. Acho que esse é o segredo para não se decepcionar com um filme estrelado pelo Keanu Reeves...  
Quem sabe você goste mais do que eu. E, se gostar, por favor, me explique o que eu deixei passar, porque até agora ainda estou procurando aquela "luta pela sobrevivência" prometida na sinopse. 😅 

Bom filme... ou boa sorte.
 E até o próximo post! 🍿🎬

sábado, 11 de julho de 2026

Diário de uma quase empreendedora. #01

 Olá, pessoas!
Estou viva! Olha só que notícia maravilhosa. 😌 

Andei sumida porque entrei na missão de virar empreendedora. Ou, sendo mais sincera, estou tentando descobrir alguma coisa que eu goste de fazer e que, de preferência, também pague os boletos. 
Nessa minha jornada pelo vasto universo do empreendedorismo, fui bombardeada por vídeos de mulheres dizendo que faturavam até R$ 5 mil por mês vendendo trufas. 
E lá fui eu... Assisti centenas de video-aulas, pesquisei receitas, técnicas, embalagens, validade, fornecedores... 
Em pouco tempo eu já estava completamente enfeitiçada pela promessa de enriquecer 💲💲 vendendo bolinhas de chocolate. Mal sabia eu o que estava por vir. 
Primeira descoberta: fazer trufas não é tão simples quanto a internet faz parecer. 
Você precisa ser rápida para o chocolate não endurecer antes de preencher as forminhas. Também tem que tomar cuidado para não desperdiçar chocolate, porque desperdício é igual a prejuízo. E, depois de ver o preço do chocolate, você passa a tratar cada pedacinho como se fosse ouro derretido. 🍫💸
O recheio precisa de atenção redobrada, porque qualquer deslize pode azedar, principalmente os que levam leite ou frutas. Esses pequenos detalhes... curiosamente... ninguém conta nos vídeos. Que coincidência, não é? 🤡 

Depois de finalmente conseguir terminar as trufas, veio o verdadeiro chefão da fase: 
A limpeza da cozinha. Minha gente... Eu passei quase duas horas tentando limpar aquela
zona de guerra. 
Tinha chocolate na bancada, no fogão, nos utensílios, na pia... Acho que, se eu olhasse no espelho, teria chocolate até na testa,no cabelo.... E o pior? 
O bendito chocolate parecia fazer parte da mobília. Não saía por nada. Já estava aceitando que minha cozinha seria oficialmente uma fábrica de chocolate eterna,foi ai que resolvi pesquisar na internet. A solução? Água quente. Só isso. ÁGUA. QUENTE. Naquele momento eu senti que fui enganada pela vida. Corri para testar, sem esperança nenhuma... e, para minha surpresa, funcionou! Eu dei um grito tão alto quando vi aquele monte de chocolate simplesmente derretendo que quase chorei de emoção. 😅
Depois de horas esfregando igual uma condenada, bastava... água quente. Quem foi o gênio que escondeu essa informação? 

Depois de toda essa aventura, as trufinhas ficaram até bonitinhas. Não estavam perfeitas, mas estavam apresentáveis. E, modéstia à parte... deliciosas! 

Minhas primeiras trufinhas

Aí chegou a parte que, na minha cabeça, seria a mais fácil: Vender. Afinal... É chocolate! Quem, em sã consciência, recusa chocolate? 
Bom... aparentemente muita gente. Fiz cerca de 100 trufas nos sabores brigadeiro, morango e coco (meus favoritos). 
Resultado? Se vendi 30, foi muito. 😌 Ou as pessoas já tinham fornecedor oficial de trufas, ou simplesmente olharam para mim e pensaram: "Hoje não queridinha." 
Confesso que bateu um desânimo. Depois de tanto trabalho, pesquisa, esforço e algumas crises existenciais... ninguém queria nem experimentar. 😭

Na época da faculdade eu tinha uma colega que vendia trufas maravilhosas. Eu era apaixonada pela de brigadeiro. Ela dizia que conseguia pagar praticamente a faculdade inteira com as vendas. Se não me engano, a mensalidade era uns R$ 450. Então fiquei pensando... Se ela conseguiu... por que eu não consigo? Será que ainda dá certo? Será que cheguei alguns anos atrasada? Ou será que o universo decidiu que meu talento é comer chocolate, e não vender? Sinceramente, não sei. 
Eu adoro cozinhar. Gosto mesmo. Mas dá uma desanimada quando você passa horas trabalhando, fica com dor nas pernas,chocolate grudado no cabelo e transforma a cozinha num cenário pós-apocalíptico e, no fim, volta para casa com quase todas as trufas na mochila. 
Mas faz parte, né? Empreender é isso: um dia você sonha em abrir uma empresa de sucesso... no outro está pesquisando desesperadamente no Google "como conseguir mais clientes" e "como aumentar as vendas sem precisar vender a alma". 

Se você já tentou empreender, me conta aqui nos comentários. Deu certo? Deu errado? Você desistiu? Persistiu? Virou milionário ou só ganhou uma boa história para contar? 
E, se tiver alguma ideia de negócio para uma pessoa cheia de vontade, pouca experiência e muito bom humor... aceito sugestões! 
Agora eu vou ficando por aqui. Ainda tenho algumas trufas esperando um dono.
 Me desejem sorte... e, se possível, clientes também. 😂🍫

quinta-feira, 18 de junho de 2026

[TAG] - Conheça o blogueiro

Olá, pessoas! 💜 
Hoje trago uma postagem sugerida pelo EntreBlogs, um projeto maravilhoso que encontrei completamente por acaso enquanto boiava, sem rumo, pelo vasto oceano da internet. E foi amor à primeira vista! 
A proposta reúne blogueiros em postagens coletivas, incentiva a troca de experiências e ainda tem um clube do livro... ou seja, eu me senti em casa. 🥰 
Se você tem um blog, super recomendo participar. E se ainda não tem, fica aqui o incentivo: crie um! Além de ser uma forma incrível de compartilhar ideias, você acaba conhecendo pessoas, histórias e cantinhos da internet que fazem a gente acreditar que ela ainda é um lugar muito legal. 
Quando vi essa TAG, fui imediatamente transportada para um passado não tão distante, quando os blogueiros marcavam uns aos outros para responder perguntas. Eu me sentia a própria celebridade da blogosfera quando era indicada, porque significava que alguém pensou em mim e queria conhecer um pedacinho do meu mundo. 
Então, chega de nostalgia e vamos às respostas! 
 
1. Quando surgiu a ideia de criar seu blog? 

Acho que algumas pessoas nascem para falar. Eu nasci para escrever. Sempre fui aquela pessoa tímida que pensava em cinquenta respostas incríveis... três horas depois da conversa terminar.😅 
Então, lá pelos primórdios da internet, quando os blogs dominavam o mundo e o Orkut ainda fazia sucesso, descobri que podia transformar meus pensamentos aleatórios em texto. Desde então nunca mais parei. Já tive vários blogs, cada um representando uma versão diferente de mim. 
O Bagunça com Propósito nasceu porque percebi que minha cabeça é um grande arquivo desorganizado de ideias, listas, livros, receitas, metas, surtos existenciais e piadas ruins. Resolvi colocar tudo isso em um só lugar.. 

2. Origem do nome do seu blog? Trocaria o nome? Por qual? 

Depois de dezenas de tentativas frustradas, olhei para minha mesa: livros empilhados, canecas de café, canetas coloridas, cartas pela metade, um bloco de notas aberto e um gato me julgando. Foi aí que pensei: "Isso aqui é uma bagunça..." Cinco segundos depois veio o complemento: "Mas uma bagunça com propósito." Foi amor à primeira vista. 😻Não trocaria esse nome nem por uma assinatura vitalícia da livraria..👀

3. Você tem outros blogs além deste? 

Já tive vários ao longo da vida. O mais famoso foi o Minha Nada Mole Dieta, onde eu compartilhava meu processo de emagrecimento. O blog cresceu bastante, mas infelizmente minha conta foi hackeada e perdi tudo. Nunca consegui recuperá-lo. 😢 Hoje existe apenas o Bagunça com Propósito... e acho que ele finalmente encontrou um lugar definitivo no meu coração.

4. Já pensou em desistir do seu blog alguma vez? 

Já. 
Principalmente quando eu achava que escrever só fazia sentido se muita gente lesse. Hoje penso diferente. Se uma única pessoa sorrir, se identificar ou terminar um texto meu pensando "nossa, eu também sou assim", então já valeu a pena. 
E, entre nós, escrever faz muito bem para a minha sanidade mental. É mais barato que terapia e ocupa menos espaço que comprar outra caneta... embora eu faça os dois quando possível.. 

5. O que te faz continuar com um blog em tempos de scroll infinito? 

Porque aqui é o meu segundo lugar seguro. (O primeiro é o meu diário). Aqui posso escrever sem pressa, organizar pensamentos e compartilhar um pedacinho da minha vida. E quem chega até aqui não veio porque um algoritmo empurrou um vídeo de 15 segundos, mas porque realmente quis parar, ler e permanecer um pouco. Isso é reconfortante demais.

6. Qual é o seu post favorito no blog? 

No momento é: "Algumas pessoas fazem terapia, outras jogam lixo no telhado dos vizinhos." Nunca imaginei que um surto de vizinhança renderia uma das postagens mais divertidas que já escrevi. Às vezes a vida entrega limões... às vezes entrega sacos de lixo mesmo. 

7. Mande uma mensagem para outros blogueiros. 

Nunca subestimem o poder de um cantinho na internet. Talvez você ache que está escrevendo para poucas pessoas, mas sempre existe alguém que encontra seu texto exatamente no dia em que precisava ler aquilo. 
Continuem escrevendo. Continuem compartilhando. Continuem deixando pedacinhos de vocês espalhados pela internet. O mundo precisa de mais blogs e menos algoritmos decidindo o que merece ser visto. 

Rapidinhas sinceras (do momento) 

 🎵 Uma música: Nothing Else Matters - Metalica 
 📚 Um livro: Cadê você Bernadette? - Maria Semple 
 🎬 Um filme: As Férias da Minha Vida (2006). Simplesmente adoro a Queen Latifah. 
 ✍️ Um hobby: Escrever, decorar e enviar cartas como se ainda estivéssemos nos anos 90.   
 😨 Um medo: Estar em um navio e ele começar a afundar. (Obrigado, Titanic.) 😂 
Uma mania: Falar sozinha. Às vezes me pego andando na rua no meio de uma conversa extremamente interessante comigo mesma. 
 💭 Um sonho: Morar numa casinha cercada por árvores, muitos animais, livros, café fresco e uma internet boa o suficiente para baixar atualização do The Sims sem sofrimento.. 
☕ Não consigo viver sem: Minha dose diária de cafeína. Só considero que minha alma voltou para o corpo depois da primeira xícara generosa de café. 
 🖊️ Tem coleção de alguma coisa? Sim! Canetas, papéis de carta, blocos antigos de fichário, adesivos, cadernos bonitos... Se tem papelaria envolvida, meu autocontrole tira férias.. 
 💜 Do que mais gosto no meu blog? Ele parece comigo. É organizado o suficiente para funcionar e bagunçado o suficiente para ser verdadeiro. Cada detalhe, cada cor, cada postagem tem um pedacinho da pessoa que sou. É praticamente meu diário... só que com layout bonito.. 
 📖 Desejo literário do momento: São tantos que fica difícil escolher, mas no momento eu faria qualquer coisa (legalmente, claro 😂) para ganhar aquele box comemorativo do Stephen King.

Se você também curtu essa TAG, sita-se a vontade para  responde-la também e deixe o link nos comentários! Adoro conhecer novos blogs e sempre aceito indicações de leituras, e pessoas que ainda acreditam que a internet pode ser um lugar aconchegante. 💜✨ 
😘 Beijinhos eaté o proximo post.


Selo 2.0

domingo, 14 de junho de 2026

O preço de amar alguém que nunca esteve realmente ao seu lado

Olá, pessoas! Eu sei, eu sei... andei meio sumida daqui do blog e peço desculpas por isso. 
A vida adulta é uma coisa curiosa: às vezes ela é maravilhosa, cheia de pequenas conquistas e momentos que fazem a gente pensar "até que vale a pena pagar boleto". Mas, na maior parte do tempo, ela simplesmente resolve testar a nossa paciência e sanidade mental. 
Entre trabalho, responsabilidades, cansaço e a eterna sensação de que o dia deveria ter umas cinco horas a mais, fui deixando esse cantinho de lado. 
Mas sobrevivi. E estou de volta 😇
Só que, em vez de falar sobre livros, séries ou alguma obsessão aleatória da semana, hoje trouxe um assunto um pouco mais melancólico. Não porque eu esteja sofrendo por amor (podem guardar os lencinhos), mas porque acompanhei de perto o fim de um relacionamento que durou incríveis 19 anos. E isso me fez pensar em uma pergunta que provavelmente todo mundo já fez em algum momento da vida: Como alguém consegue simplesmente virar a página depois de uma história inteira construída ao lado de outra pessoa? 
Foi pensando nisso que nasceu o texto de hoje. Então pega um café, um chá ou um pedaço de bolo e vem refletir comigo sobre amor, despedidas, e as péssimas decisões que às vezes tomamos quando entregamos nosso coração para a pessoa errada.💔

Vocês já terminaram um relacionamento em algum momento da vida, certo? Agora imaginem um relacionamento longo. Daqueles em que você deposita toda a sua energia, faz de tudo pela pessoa, abre mão de si mesmo, tenta agradar, apoia, incentiva, presenteia e acredita que está construindo um futuro ao lado dela. E então, quando você pensa que as coisas não poderiam estar melhores... a pessoa simplesmente termina tudo. Do nada. 
A justificativa? Você não a satisfaz em nada, não faz as coisas que ela gostaria e ainda não se enturma com as amigas "maravilhosas" dela. 
Eu, sinceramente, não entendo. O que exatamente uma pessoa assim procura? 


Vocês devem estar se perguntando por que estou falando sobre relacionamentos se nem tenho um. Bom... uma pessoa muito próxima de mim acabou de terminar um relacionamento de 19 anos. Isso mesmo: dezenove anos. Uma vida inteira dedicada a alguém que, olhando de fora, talvez nunca tenha dado o mesmo valor em troca. 
Acho que ele estava tão apaixonado que não conseguiu enxergar quem realmente era a pessoa em quem apostou todas as fichas. No lugar dele, eu me sentiria usada e depois descartada. Durante 19 anos ele deixou a própria família de lado para atender aos caprichos da princesa 👑, comprava presentes caros, fazia viagens, organizava a vida inteira em função dela. Raramente recebia a mesma dedicação. 

Só pra ter noção do tamanho disso: em 19 anos dava pra terminar duas faculdades, aprender três idiomas, maratonar a filmografia inteira da Marvel umas dez vezes e ainda sobrar tempo pra plantar uma horta. Ele gastou esse tempo carregando as sacolas de alguém que nem virava o rosto pra dizer obrigado. 😠
Sempre achei esse nível de entrega exagerado. Ele praticamente se anulava para satisfazê-la. E para quê? Para que, na primeira oportunidade, ela simplesmente o chutasse para fora da própria vida como se ele não tivesse importância alguma. 
Lembro que, no início do relacionamento, ela sequer queria assumir que estavam juntos. Preferia mantê-lo como um segredo. Mesmo assim, ele permaneceu ali, acreditando que um dia tudo mudaria. Nos últimos anos eles viajaram juntos, ele pagava tudo o que podia e o que não podia,e parecia genuinamente feliz. Eu realmente pensei que logo estariam morando juntos. Mas eu estava enganada. Depois de receber um presente romântico e cheio de carinho, ela resolveu terminar. 

Dezenove anos. Puta que pariu... dezenove anos.😳 Não consigo parar de pensar nesse número. Ele tinha apenas vinte anos quando começaram a namorar. Uma juventude inteira pela frente, inúmeras possibilidades, e escolheu investir tudo em alguém que talvez nunca o tenha amado da mesma forma. 
Me lembro quando terminei o meu último relacionamento de apenas um ano, achei que morreria de tanto chorar. Nem consigo imaginar o que alguém sente ao perder uma relação que ocupou quase duas décadas da sua vida. 

Sigmund Freud descrevia o término amoroso como uma ferida narcísica. Segundo ele, sofremos porque nossa energia psíquica  (libido) estava profundamente investida no outro. Quando esse vínculo acaba, é necessário um doloroso trabalho de luto para retirar essa energia e, aos poucos, direcioná-la novamente para nós mesmos e para novos afetos. Traduzindo o Freud pro português de quem tá possesso: chorar é necessário, mas que pena que, nessa história, só um lado pagou o preço da entrega total. 

Pensando nisso, lembrei de um episódio de Black Mirror. Nele, as pessoas possuem um implante capaz de acessar qualquer memória com um simples e pequeno controle remoto. Confesso que, em dias de coração partido, essa tecnologia parece um sonho. Imagina poder apertar um botão e apagar a pessoa da memória? Nada de lembrar mensagens antigas, viagens, músicas, fotos ou promessas. E, quando a ex aparecesse feliz com outra pessoa na sua frente, você simplesmente perguntaria: — Desculpa... a gente se conhece? Seria maravilhoso. Ou talvez não. Porque, por mais cruel que seja, a dor também faz parte daquilo que nos transforma. Ela ensina, amadurece e, principalmente, devolve para nós mesmos a energia que durante tanto tempo foi entregue a alguém. 
Uma amiga sempre dizia que a melhor forma de superar um término era encontrar um novo amor. Eu nunca consegui fazer isso. Sempre achei que um coração quebrado precisa de tempo, silêncio, amigos, filmes ruins, comida boa, algumas lágrimas e, principalmente, muito amor-próprio antes de tentar amar outra pessoa. No fim das contas, talvez a maior lição dos relacionamentos seja esta: amar alguém é bonito, mas desaparecer dentro desse amor nunca é. Nenhum relacionamento deveria exigir que você deixasse de existir para manter o outro feliz. 
Sinceramente se algum dia inventarem um botão ou controle remoto para apagar ex da memória, eu provavelmente vou comprar na pré-venda 😬. Mas, pensando bem... talvez sejam justamente essas cicatrizes que nos impedem de entregar o coração para quem nunca pretendeu segurá-lo de verdade.

E vocês? Como reagem a um término? 
Acham que existe um jeito certo de superar alguém? 

Eu de coração espero que essa pessoa tão querida consiga seguir em frente rapidamente.

E se a então ex um dia perceber o que perdeu? 
Talvez perceba. Talvez a ausência faça aquilo que a presença nunca conseguiu: mostrar o valor de quem sempre esteve ali. 
Eu, sinceramente, espero que isso não aconteça. Quem despreza um amor sincero dificilmente entende seu valor enquanto o possui. Ainda assim, somos humanos. Somos feitos de recaídas, esperança e uma estranha capacidade de acreditar que, desta vez, será diferente. Se um reencontro acontecer, torço para que não seja uma repetição da mesma história. Que o amor deixe de ser um ato de renúncia unilateral e passe a ser uma construção compartilhada. Afinal, um relacionamento saudável não é quando uma pessoa se anula para fazer a outra feliz. É quando duas pessoas caminham juntas, sem que nenhuma precise deixar de ser quem é para continuar sendo amada.

Hoje dói, amanhã ainda vai doer, mas tenho a impressão de que esse término foi um livramento. Quem sabe, daqui a algum tempo, ele olhe para trás e perceba que não perdeu o amor da vida dele. Apenas deixou para trás alguém que nunca soube enxergar o valor que ele sempre teve.

Bagunças Favoritas da Semana