quarta-feira, 22 de julho de 2026

Meus favoritos do momento?


 Olá, pessoas! 
Olha eu aqui outra vez... 😁 

Hoje eu estava passeando pelos temas do Entreblogs e fiquei naquela dúvida cruel sobre qual escolher . Sério, todos são maravilhosos e tão criativos! 
Às vezes eu queria que o dia tivesse umas 48 horas só para conseguir responder a todos. Mas, como ainda não descobri o segredo de me clonar, escolhi : Quais são os seus favoritos do momento? 

Confesso que fiquei pensando nisso por um tempinho. Ultimamente, não tenho muitos favoritos quando o assunto é séries, filmes, livros ou produtos. Faz tempo que não experimento nada muito novo, então minha mente ficou completamente em branco. Aí pensei: espera aí... eles não disseram que precisava ser um produto ou uma série, né? Então resolvi falar dos meus momentos favoritos. Acho que vale também! 😂 

1- 🌅 O cheirinho da noite chegando sem dúvida, esse é o meu momento favorito do dia, principalmente no verão. Sabe aquela horinha um pouco antes do pôr do sol, quando começa a soprar uma brisa fresquinha, gostosa e o calor finalmente dá uma trégua? 
Eu simplesmente amo.💖 
E agora vou fazer uma pergunta meio estranha... Mais alguém consegue sentir o cheiro da noite chegando? 🌙 Porque eu consigo! Tem um cheiro diferente, fresco, tranquilo... Não sei explicar. Adoro depois de tomar um banho, sentar no jardim, fechar os olhos e apenas sentir o cheiro da noite e ouvir os sons da cidade ao longe. Melhor ainda quando está tudo em silêncio. É tão relaxante que acho que já cochilei algumas vezes. 😂 

2- 🛏️ Cama limpa em um dia frio Esse aqui merece um prêmio. Trocar toda a roupa de cama, lavar os cobertores e, de preferência, estar fazendo frio... Na hora em que eu deito... Ahhhh... 😊 
Parece que fui teletransportada para outra dimensão. Não existe sensação melhor! 

3- 🌧️ Ler em um dia chuvoso Não sei explicar a lógica disso, mas a chuva aumenta a minha concentração. Quando está chovendo, eu leio muito mais. Parece que o mundo inteiro diminui o volume e sobra espaço só para mim e o livro. É uma paz maravilhosa. 

4- ☕ O cheiro de café fresquinho Acordar com aquele cheirinho de café se espalhando pela casa... Nem preciso falar muito, né? Só de escrever isso já deu vontade de fazer um cafezinho. 

5- 🤫 Ficar sozinha em casa Eu amo. Silêncio, paz, ninguém chamando meu nome a cada cinco minutos... É praticamente um evento de luxo. 😂 

6- 📚 Cheiro de livro novo Existe perfume melhor? Se existe, eu desconheço. 

7- 🍝 Lasanha com molho branco Hum... Só de escrever isso já consegui sentir o cheiro. Agora fiquei com fome. Obrigada, cérebro. 😂 

8- 🎧 Meu fone favorito Ah! Lembrei de um favorito que é um produto! 
 Meu querido JBL Tune 530BT. Além de ser lindo (comprei o lilás, claro 💜), ele é simplesmente maravilhoso. Abafa boa parte do barulho de fora, é super confortável e ouvir música com ele virou uma experiência completamente diferente. Comprei no Mercado Livre e, caso alguém tenha curiosidade, vou deixar o link aqui. 😉 

9- 🎵 Dormir ouvindo música Essa mania começou por causa da avó de uma amiga. Uma vez dormi na casa dela e a avó deixava um rádio ligado bem baixinho durante a noite. 
Eu dormi em um colchão no chão... e, mesmo assim, foi uma das melhores noites de sono que já tive. Achei tão aconchegante que trouxe esse hábito para a minha vida. A diferença é que eu uso meus fones e coloco uma playlist bem tranquila até pegar no sono. 

10- 🎶 Uma música que não sai da minha cabeça Enquanto escrevia este post, lembrei de mais um favorito! 
Tem uma música que simplesmente não sai da minha cabeça... e dos meus fones. 😂 Desde a primeira vez que a ouvi, em um anúncio no Instagram, fiquei completamente viciada. É Lose Control, do Teddy Swims. Não sei explicar, mas essa música me passa uma sensação tão boa que ela já virou parte da minha rotina. 
Quase sempre escuto antes de dormir e nunca enjoo. Se ainda não conhece, fica a dica. Eu amo! 💜 

E acho que esses são os meus favoritos do momento. 
Agora quero saber de vocês! Quais são os seus favoritos? Tem algum em comum comigo? Vou adorar ler as respostas nos comentários! 

Um beijão, até o próximo post! 💜


Selo 2.0

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Assisti Sibéria (2018): Eu queria John Wick... mas recebi uma novela russa fria e com muito sexo.

Olá, pessoas!

O fim de semana chegou e, como sempre, eu fico ansiosa esperando a noite para finalmente me jogar no meu velho e surrado sofá, pegar uma pipoca, um copão de Coca-Cola e mergulhar em algum filme do catálogo dos meus streamings favoritos. 
Dessa vez eu queria algo agitado. Tiro, porrada e bomba do começo ao fim, sabe? 

Aí dei de cara com Keanu Reeves na capa. Lindo 😍, com aquele cabelo sedoso, a barba por fazer e o olhar inconfundível do nosso eterno John Wick. Pronto. Já estava vendida. 
A descrição dizia: "Um traficante de diamantes vai à Sibéria em busca de seu parceiro desaparecido, mas essa viagem se transforma em uma verdadeira luta pela sobrevivência." 
Agora me respondam, caros leitores... O que vocês esperam de um filme com essa sinopse? Eu esperava no minimo uma luta intensa pela sobrevivência. Pois bem... Tenho o desprazer de informar que eu esperei... Esperei... Esperei durante 1 hora e 44 minutos... e essa tal luta pela sobrevivência simplesmente nunca chegou. 😕
Existe um princípio básico para contar qualquer história: saber para onde ela quer ir. Você apresenta os personagens, desenvolve a trama, cria conflitos e conduz tudo para um grande clímax. Só que Sibéria parece ter faltado nessa aula. 
Mesmo com Keanu Reeves no elenco, o filme nunca decide que história quer contar. No fim das contas, ele se resume a vários planos do protagonista fazendo sua tradicional expressão de "estou pensando profundamente" enquanto caminha por cenários congelantes da Rússia. E só. 😒

Lucas Hill (Keanu Reeves) é um negociador ilegal de diamantes que viaja até a Sibéria para encontrar seu sócio desaparecido, Pyotr (Boris Gulyarin). O problema? Pyotr nunca aparece. Sério. 
O sujeito desaparece antes do filme começar e passa o filme inteiro sendo apenas mencionado. Somos jogados no meio da história sem praticamente nenhuma explicação sobre quem ele é, por que desapareceu ou por que simplesmente resolveu abandonar Lucas com um problemão nas mãos. Até aí eu pensei: "Calma... isso deve fazer parte do mistério." Que nada. Assim que chega à Rússia, Lucas parece esquecer completamente o motivo da viagem e resolve investir seu tempo na primeira mulher que cruza o caminho dele: Katya (Ana Ularu). E é aqui que o filme começa a desandar de vez. 

Agora preciso comentar a cena que quase me fez desligar a TV. Lucas conhece Katya em um bar. Os irmãos dela, que fazem pose de machões, resolvem partir para cima dele. E aí acontece o impensável... 
O John Wick apanha de dois bêbados num estacionamento. 😲
Meu amigo... Que isso? 
Eu fiquei uns vinte minutos olhando para a televisão tentando entender se era pegadinha. O homem simplesmente leva uma surra, fica largado no chão e precisa ser resgatado pela moça do bar, que o leva para casa. 
Eu olhava para a tela pensando: "Em que universo paralelo isso aconteceu?" 


Depois dessa surra histórica, Lucas passa a noite na casa de Katya. Os dois começam um romance... Do nada. Sem construção. Sem química. Sem motivo. Quando você percebe... Eles já estão na cama. E pronto. Surge outro conflito envolvendo os irmãos ciumentos da moça... que também não leva a absolutamente lugar nenhum. 
Aliás, essa parece ser a proposta do roteiro: Criar conflitos. Esquecer deles. Criar outros. Esquecer também. E seguir em frente como se nada tivesse acontecido. 

Falando no casal... Desculpa, mas não existe química nenhuma entre os dois. Os diálogos são vazios, artificiais e só deixam ainda mais evidente o quanto o roteiro é fraco. Em determinado momento descobrimos que Lucas é casado e que sua esposa está esperando por ele em casa. Essa revelação parece existir apenas para tentar dar algum peso dramático às inúmeras cenas de sexo entre Lucas e Katya. E falando nisso... Que cenas estranhas. Não são nada sensuais. Não desenvolvem os personagens. Não fazem a história andar. Só estão ali ocupando tempo de tela. Eu sinceramente esperava muito mais de um filme que conta com um ator como Keanu Reeves. Ou talvez o problema tenha sido meu excesso de expectativa. Sei lá .

Quando finalmente chega o terceiro ato, pensei: "Agora vai." Agora começa a perseguição. Agora vem a ação. Agora explode alguma coisa. Agora o John Wick desperta. 
Não. Não desperta. Não explode. Não acontece. A resolução é preguiçosa e acaba enterrando qualquer esperança de um final realmente impactante. 
E, meus amigos... Não existe UMA única cena de ação realmente empolgante. Você passa o filme inteiro esperando... E continua esperando até aparecerem os créditos. 

Sibéria não entrega suspense. Não entrega ação. Não entrega romance. E, sinceramente, não entrega quase nada. É uma pena. A Rússia é um cenário incrível para histórias envolvendo crime organizado, conspirações, espionagem e suspense. O filme tinha tudo para construir uma narrativa tensa e envolvente. Mas prefere seguir um caminho lento, arrastado e sonolento.💤😴  
O romance serve apenas como desculpa para inserir várias cenas de sexo que não acrescentam absolutamente nada na drama. Os personagens são rasos. Os conflitos não são resolvidos. O mistério não convence. E o filme simplesmente termina. 
Se eu pudesse resumir minha experiência assistindo Sibéria, ela seria uma mistura de: 
 ✔ Decepção. 
 ✔ Raiva. 
 ✔ Pena. 
 ✔ E algumas boas bocejadas. 

 Eu sentei esperando tiro, porrada e bomba. Recebi frio, silêncio, sexo aleatório sem química nenhuma e uma enorme vontade de conferir se ainda faltava muito para acabar.  
No fim das contas... Quem realmente lutou pela sobrevivência fui eu tentando permanecer acordada até os créditos finais. 

Sibéia
lançamento: 13 de julho de 2018 (Brasil) 
Diretor: Matthew Ross 
Duração: 1h 44m 
Gêneros: Ação, Romance, Drama, Aventura, Melodrama, Suspense, Crime, Mistério, Ficção policial 
Nota: ⭐⭐⭐ 3/10 

 P.S.: Keanu Reeves continua lindo. O problema definitivamente não era ele... era todo o resto.​

Se vocês já assistiram a esse filme, me contem o que acharam! 
Eu adoro saber a opinião das pessoas, principalmente quando ela é completamente diferente da minha. Vai que fui eu quem implicou demais, né? 😂 
E, se você ainda não assistiu, fique à vontade para tirar suas próprias conclusões. Só vou dar um conselho de amiga: vá com a expectativa lá no chão. Acho que esse é o segredo para não se decepcionar com um filme estrelado pelo Keanu Reeves...  
Quem sabe você goste mais do que eu. E, se gostar, por favor, me explique o que eu deixei passar, porque até agora ainda estou procurando aquela "luta pela sobrevivência" prometida na sinopse. 😅 

Bom filme... ou boa sorte.
 E até o próximo post! 🍿🎬

sábado, 11 de julho de 2026

Diário de uma quase empreendedora. #01

 Olá, pessoas!
Estou viva! Olha só que notícia maravilhosa. 😌 

Andei sumida porque entrei na missão de virar empreendedora. Ou, sendo mais sincera, estou tentando descobrir alguma coisa que eu goste de fazer e que, de preferência, também pague os boletos. 
Nessa minha jornada pelo vasto universo do empreendedorismo, fui bombardeada por vídeos de mulheres dizendo que faturavam até R$ 5 mil por mês vendendo trufas. 
E lá fui eu... Assisti centenas de video-aulas, pesquisei receitas, técnicas, embalagens, validade, fornecedores... 
Em pouco tempo eu já estava completamente enfeitiçada pela promessa de enriquecer 💲💲 vendendo bolinhas de chocolate. Mal sabia eu o que estava por vir. 
Primeira descoberta: fazer trufas não é tão simples quanto a internet faz parecer. 
Você precisa ser rápida para o chocolate não endurecer antes de preencher as forminhas. Também tem que tomar cuidado para não desperdiçar chocolate, porque desperdício é igual a prejuízo. E, depois de ver o preço do chocolate, você passa a tratar cada pedacinho como se fosse ouro derretido. 🍫💸
O recheio precisa de atenção redobrada, porque qualquer deslize pode azedar, principalmente os que levam leite ou frutas. Esses pequenos detalhes... curiosamente... ninguém conta nos vídeos. Que coincidência, não é? 🤡 

Depois de finalmente conseguir terminar as trufas, veio o verdadeiro chefão da fase: 
A limpeza da cozinha. Minha gente... Eu passei quase duas horas tentando limpar aquela
zona de guerra. 
Tinha chocolate na bancada, no fogão, nos utensílios, na pia... Acho que, se eu olhasse no espelho, teria chocolate até na testa,no cabelo.... E o pior? 
O bendito chocolate parecia fazer parte da mobília. Não saía por nada. Já estava aceitando que minha cozinha seria oficialmente uma fábrica de chocolate eterna,foi ai que resolvi pesquisar na internet. A solução? Água quente. Só isso. ÁGUA. QUENTE. Naquele momento eu senti que fui enganada pela vida. Corri para testar, sem esperança nenhuma... e, para minha surpresa, funcionou! Eu dei um grito tão alto quando vi aquele monte de chocolate simplesmente derretendo que quase chorei de emoção. 😅
Depois de horas esfregando igual uma condenada, bastava... água quente. Quem foi o gênio que escondeu essa informação? 

Depois de toda essa aventura, as trufinhas ficaram até bonitinhas. Não estavam perfeitas, mas estavam apresentáveis. E, modéstia à parte... deliciosas! 

Minhas primeiras trufinhas

Aí chegou a parte que, na minha cabeça, seria a mais fácil: Vender. Afinal... É chocolate! Quem, em sã consciência, recusa chocolate? 
Bom... aparentemente muita gente. Fiz cerca de 100 trufas nos sabores brigadeiro, morango e coco (meus favoritos). 
Resultado? Se vendi 30, foi muito. 😌 Ou as pessoas já tinham fornecedor oficial de trufas, ou simplesmente olharam para mim e pensaram: "Hoje não queridinha." 
Confesso que bateu um desânimo. Depois de tanto trabalho, pesquisa, esforço e algumas crises existenciais... ninguém queria nem experimentar. 😭

Na época da faculdade eu tinha uma colega que vendia trufas maravilhosas. Eu era apaixonada pela de brigadeiro. Ela dizia que conseguia pagar praticamente a faculdade inteira com as vendas. Se não me engano, a mensalidade era uns R$ 450. Então fiquei pensando... Se ela conseguiu... por que eu não consigo? Será que ainda dá certo? Será que cheguei alguns anos atrasada? Ou será que o universo decidiu que meu talento é comer chocolate, e não vender? Sinceramente, não sei. 
Eu adoro cozinhar. Gosto mesmo. Mas dá uma desanimada quando você passa horas trabalhando, fica com dor nas pernas,chocolate grudado no cabelo e transforma a cozinha num cenário pós-apocalíptico e, no fim, volta para casa com quase todas as trufas na mochila. 
Mas faz parte, né? Empreender é isso: um dia você sonha em abrir uma empresa de sucesso... no outro está pesquisando desesperadamente no Google "como conseguir mais clientes" e "como aumentar as vendas sem precisar vender a alma". 

Se você já tentou empreender, me conta aqui nos comentários. Deu certo? Deu errado? Você desistiu? Persistiu? Virou milionário ou só ganhou uma boa história para contar? 
E, se tiver alguma ideia de negócio para uma pessoa cheia de vontade, pouca experiência e muito bom humor... aceito sugestões! 
Agora eu vou ficando por aqui. Ainda tenho algumas trufas esperando um dono.
 Me desejem sorte... e, se possível, clientes também. 😂🍫

quinta-feira, 18 de junho de 2026

[TAG] - Conheça o blogueiro

Olá, pessoas! 💜 
Hoje trago uma postagem sugerida pelo EntreBlogs, um projeto maravilhoso que encontrei completamente por acaso enquanto boiava, sem rumo, pelo vasto oceano da internet. E foi amor à primeira vista! 
A proposta reúne blogueiros em postagens coletivas, incentiva a troca de experiências e ainda tem um clube do livro... ou seja, eu me senti em casa. 🥰 
Se você tem um blog, super recomendo participar. E se ainda não tem, fica aqui o incentivo: crie um! Além de ser uma forma incrível de compartilhar ideias, você acaba conhecendo pessoas, histórias e cantinhos da internet que fazem a gente acreditar que ela ainda é um lugar muito legal. 
Quando vi essa TAG, fui imediatamente transportada para um passado não tão distante, quando os blogueiros marcavam uns aos outros para responder perguntas. Eu me sentia a própria celebridade da blogosfera quando era indicada, porque significava que alguém pensou em mim e queria conhecer um pedacinho do meu mundo. 
Então, chega de nostalgia e vamos às respostas! 
 
1. Quando surgiu a ideia de criar seu blog? 

Acho que algumas pessoas nascem para falar. Eu nasci para escrever. Sempre fui aquela pessoa tímida que pensava em cinquenta respostas incríveis... três horas depois da conversa terminar.😅 
Então, lá pelos primórdios da internet, quando os blogs dominavam o mundo e o Orkut ainda fazia sucesso, descobri que podia transformar meus pensamentos aleatórios em texto. Desde então nunca mais parei. Já tive vários blogs, cada um representando uma versão diferente de mim. 
O Bagunça com Propósito nasceu porque percebi que minha cabeça é um grande arquivo desorganizado de ideias, listas, livros, receitas, metas, surtos existenciais e piadas ruins. Resolvi colocar tudo isso em um só lugar.. 

2. Origem do nome do seu blog? Trocaria o nome? Por qual? 

Depois de dezenas de tentativas frustradas, olhei para minha mesa: livros empilhados, canecas de café, canetas coloridas, cartas pela metade, um bloco de notas aberto e um gato me julgando. Foi aí que pensei: "Isso aqui é uma bagunça..." Cinco segundos depois veio o complemento: "Mas uma bagunça com propósito." Foi amor à primeira vista. 😻Não trocaria esse nome nem por uma assinatura vitalícia da livraria..👀

3. Você tem outros blogs além deste? 

Já tive vários ao longo da vida. O mais famoso foi o Minha Nada Mole Dieta, onde eu compartilhava meu processo de emagrecimento. O blog cresceu bastante, mas infelizmente minha conta foi hackeada e perdi tudo. Nunca consegui recuperá-lo. 😢 Hoje existe apenas o Bagunça com Propósito... e acho que ele finalmente encontrou um lugar definitivo no meu coração.

4. Já pensou em desistir do seu blog alguma vez? 

Já. 
Principalmente quando eu achava que escrever só fazia sentido se muita gente lesse. Hoje penso diferente. Se uma única pessoa sorrir, se identificar ou terminar um texto meu pensando "nossa, eu também sou assim", então já valeu a pena. 
E, entre nós, escrever faz muito bem para a minha sanidade mental. É mais barato que terapia e ocupa menos espaço que comprar outra caneta... embora eu faça os dois quando possível.. 

5. O que te faz continuar com um blog em tempos de scroll infinito? 

Porque aqui é o meu segundo lugar seguro. (O primeiro é o meu diário). Aqui posso escrever sem pressa, organizar pensamentos e compartilhar um pedacinho da minha vida. E quem chega até aqui não veio porque um algoritmo empurrou um vídeo de 15 segundos, mas porque realmente quis parar, ler e permanecer um pouco. Isso é reconfortante demais.

6. Qual é o seu post favorito no blog? 

No momento é: "Algumas pessoas fazem terapia, outras jogam lixo no telhado dos vizinhos." Nunca imaginei que um surto de vizinhança renderia uma das postagens mais divertidas que já escrevi. Às vezes a vida entrega limões... às vezes entrega sacos de lixo mesmo. 

7. Mande uma mensagem para outros blogueiros. 

Nunca subestimem o poder de um cantinho na internet. Talvez você ache que está escrevendo para poucas pessoas, mas sempre existe alguém que encontra seu texto exatamente no dia em que precisava ler aquilo. 
Continuem escrevendo. Continuem compartilhando. Continuem deixando pedacinhos de vocês espalhados pela internet. O mundo precisa de mais blogs e menos algoritmos decidindo o que merece ser visto. 

Rapidinhas sinceras (do momento) 

 🎵 Uma música: Nothing Else Matters - Metalica 
 📚 Um livro: Cadê você Bernadette? - Maria Semple 
 🎬 Um filme: As Férias da Minha Vida (2006). Simplesmente adoro a Queen Latifah. 
 ✍️ Um hobby: Escrever, decorar e enviar cartas como se ainda estivéssemos nos anos 90.   
 😨 Um medo: Estar em um navio e ele começar a afundar. (Obrigado, Titanic.) 😂 
Uma mania: Falar sozinha. Às vezes me pego andando na rua no meio de uma conversa extremamente interessante comigo mesma. 
 💭 Um sonho: Morar numa casinha cercada por árvores, muitos animais, livros, café fresco e uma internet boa o suficiente para baixar atualização do The Sims sem sofrimento.. 
☕ Não consigo viver sem: Minha dose diária de cafeína. Só considero que minha alma voltou para o corpo depois da primeira xícara generosa de café. 
 🖊️ Tem coleção de alguma coisa? Sim! Canetas, papéis de carta, blocos antigos de fichário, adesivos, cadernos bonitos... Se tem papelaria envolvida, meu autocontrole tira férias.. 
 💜 Do que mais gosto no meu blog? Ele parece comigo. É organizado o suficiente para funcionar e bagunçado o suficiente para ser verdadeiro. Cada detalhe, cada cor, cada postagem tem um pedacinho da pessoa que sou. É praticamente meu diário... só que com layout bonito.. 
 📖 Desejo literário do momento: São tantos que fica difícil escolher, mas no momento eu faria qualquer coisa (legalmente, claro 😂) para ganhar aquele box comemorativo do Stephen King.

Se você também curtu essa TAG, sita-se a vontade para  responde-la também e deixe o link nos comentários! Adoro conhecer novos blogs e sempre aceito indicações de leituras, e pessoas que ainda acreditam que a internet pode ser um lugar aconchegante. 💜✨ 
😘 Beijinhos eaté o proximo post.


Selo 2.0

domingo, 14 de junho de 2026

O preço de amar alguém que nunca esteve realmente ao seu lado

Olá, pessoas! Eu sei, eu sei... andei meio sumida daqui do blog e peço desculpas por isso. 
A vida adulta é uma coisa curiosa: às vezes ela é maravilhosa, cheia de pequenas conquistas e momentos que fazem a gente pensar "até que vale a pena pagar boleto". Mas, na maior parte do tempo, ela simplesmente resolve testar a nossa paciência e sanidade mental. 
Entre trabalho, responsabilidades, cansaço e a eterna sensação de que o dia deveria ter umas cinco horas a mais, fui deixando esse cantinho de lado. 
Mas sobrevivi. E estou de volta 😇
Só que, em vez de falar sobre livros, séries ou alguma obsessão aleatória da semana, hoje trouxe um assunto um pouco mais melancólico. Não porque eu esteja sofrendo por amor (podem guardar os lencinhos), mas porque acompanhei de perto o fim de um relacionamento que durou incríveis 19 anos. E isso me fez pensar em uma pergunta que provavelmente todo mundo já fez em algum momento da vida: Como alguém consegue simplesmente virar a página depois de uma história inteira construída ao lado de outra pessoa? 
Foi pensando nisso que nasceu o texto de hoje. Então pega um café, um chá ou um pedaço de bolo e vem refletir comigo sobre amor, despedidas, e as péssimas decisões que às vezes tomamos quando entregamos nosso coração para a pessoa errada.💔

Vocês já terminaram um relacionamento em algum momento da vida, certo? Agora imaginem um relacionamento longo. Daqueles em que você deposita toda a sua energia, faz de tudo pela pessoa, abre mão de si mesmo, tenta agradar, apoia, incentiva, presenteia e acredita que está construindo um futuro ao lado dela. E então, quando você pensa que as coisas não poderiam estar melhores... a pessoa simplesmente termina tudo. Do nada. 
A justificativa? Você não a satisfaz em nada, não faz as coisas que ela gostaria e ainda não se enturma com as amigas "maravilhosas" dela. 
Eu, sinceramente, não entendo. O que exatamente uma pessoa assim procura? 


Vocês devem estar se perguntando por que estou falando sobre relacionamentos se nem tenho um. Bom... uma pessoa muito próxima de mim acabou de terminar um relacionamento de 19 anos. Isso mesmo: dezenove anos. Uma vida inteira dedicada a alguém que, olhando de fora, talvez nunca tenha dado o mesmo valor em troca. 
Acho que ele estava tão apaixonado que não conseguiu enxergar quem realmente era a pessoa em quem apostou todas as fichas. No lugar dele, eu me sentiria usada e depois descartada. Durante 19 anos ele deixou a própria família de lado para atender aos caprichos da princesa 👑, comprava presentes caros, fazia viagens, organizava a vida inteira em função dela. Raramente recebia a mesma dedicação. 

Só pra ter noção do tamanho disso: em 19 anos dava pra terminar duas faculdades, aprender três idiomas, maratonar a filmografia inteira da Marvel umas dez vezes e ainda sobrar tempo pra plantar uma horta. Ele gastou esse tempo carregando as sacolas de alguém que nem virava o rosto pra dizer obrigado. 😠
Sempre achei esse nível de entrega exagerado. Ele praticamente se anulava para satisfazê-la. E para quê? Para que, na primeira oportunidade, ela simplesmente o chutasse para fora da própria vida como se ele não tivesse importância alguma. 
Lembro que, no início do relacionamento, ela sequer queria assumir que estavam juntos. Preferia mantê-lo como um segredo. Mesmo assim, ele permaneceu ali, acreditando que um dia tudo mudaria. Nos últimos anos eles viajaram juntos, ele pagava tudo o que podia e o que não podia,e parecia genuinamente feliz. Eu realmente pensei que logo estariam morando juntos. Mas eu estava enganada. Depois de receber um presente romântico e cheio de carinho, ela resolveu terminar. 

Dezenove anos. Puta que pariu... dezenove anos.😳 Não consigo parar de pensar nesse número. Ele tinha apenas vinte anos quando começaram a namorar. Uma juventude inteira pela frente, inúmeras possibilidades, e escolheu investir tudo em alguém que talvez nunca o tenha amado da mesma forma. 
Me lembro quando terminei o meu último relacionamento de apenas um ano, achei que morreria de tanto chorar. Nem consigo imaginar o que alguém sente ao perder uma relação que ocupou quase duas décadas da sua vida. 

Sigmund Freud descrevia o término amoroso como uma ferida narcísica. Segundo ele, sofremos porque nossa energia psíquica  (libido) estava profundamente investida no outro. Quando esse vínculo acaba, é necessário um doloroso trabalho de luto para retirar essa energia e, aos poucos, direcioná-la novamente para nós mesmos e para novos afetos. Traduzindo o Freud pro português de quem tá possesso: chorar é necessário, mas que pena que, nessa história, só um lado pagou o preço da entrega total. 

Pensando nisso, lembrei de um episódio de Black Mirror. Nele, as pessoas possuem um implante capaz de acessar qualquer memória com um simples e pequeno controle remoto. Confesso que, em dias de coração partido, essa tecnologia parece um sonho. Imagina poder apertar um botão e apagar a pessoa da memória? Nada de lembrar mensagens antigas, viagens, músicas, fotos ou promessas. E, quando a ex aparecesse feliz com outra pessoa na sua frente, você simplesmente perguntaria: — Desculpa... a gente se conhece? Seria maravilhoso. Ou talvez não. Porque, por mais cruel que seja, a dor também faz parte daquilo que nos transforma. Ela ensina, amadurece e, principalmente, devolve para nós mesmos a energia que durante tanto tempo foi entregue a alguém. 
Uma amiga sempre dizia que a melhor forma de superar um término era encontrar um novo amor. Eu nunca consegui fazer isso. Sempre achei que um coração quebrado precisa de tempo, silêncio, amigos, filmes ruins, comida boa, algumas lágrimas e, principalmente, muito amor-próprio antes de tentar amar outra pessoa. No fim das contas, talvez a maior lição dos relacionamentos seja esta: amar alguém é bonito, mas desaparecer dentro desse amor nunca é. Nenhum relacionamento deveria exigir que você deixasse de existir para manter o outro feliz. 
Sinceramente se algum dia inventarem um botão ou controle remoto para apagar ex da memória, eu provavelmente vou comprar na pré-venda 😬. Mas, pensando bem... talvez sejam justamente essas cicatrizes que nos impedem de entregar o coração para quem nunca pretendeu segurá-lo de verdade.

E vocês? Como reagem a um término? 
Acham que existe um jeito certo de superar alguém? 

Eu de coração espero que essa pessoa tão querida consiga seguir em frente rapidamente.

E se a então ex um dia perceber o que perdeu? 
Talvez perceba. Talvez a ausência faça aquilo que a presença nunca conseguiu: mostrar o valor de quem sempre esteve ali. 
Eu, sinceramente, espero que isso não aconteça. Quem despreza um amor sincero dificilmente entende seu valor enquanto o possui. Ainda assim, somos humanos. Somos feitos de recaídas, esperança e uma estranha capacidade de acreditar que, desta vez, será diferente. Se um reencontro acontecer, torço para que não seja uma repetição da mesma história. Que o amor deixe de ser um ato de renúncia unilateral e passe a ser uma construção compartilhada. Afinal, um relacionamento saudável não é quando uma pessoa se anula para fazer a outra feliz. É quando duas pessoas caminham juntas, sem que nenhuma precise deixar de ser quem é para continuar sendo amada.

Hoje dói, amanhã ainda vai doer, mas tenho a impressão de que esse término foi um livramento. Quem sabe, daqui a algum tempo, ele olhe para trás e perceba que não perdeu o amor da vida dele. Apenas deixou para trás alguém que nunca soube enxergar o valor que ele sempre teve.

domingo, 31 de maio de 2026

Algumas Pessoas Fazem Terapia, Outras Jogam Lixo no Telhado dos Vizinhos

Olá, pessoas! ✨  

Domingão, último dia de maio. E aí, como foi o mês de vocês? Espero que tenha sido tranquilo, produtivo e com menos estresse do que o meu. 
Hoje eu queria falar sobre um assunto meio chato: vizinhos. 
Precisamos conversar sobre o ser humano. Ou melhor... sobre um ser humano específico que aparentemente acorda todos os dias e pensa: "Como posso perturbar a vida da minha vizinha hoje?" 
Porque, sinceramente, eu não consigo encontrar outra explicação. Do nada, há algum tempo( acho que desde do dia em que ele se mudou pra cá) , meu vizinho começou a jogar lixo na frente da minha casa. E quando eu digo lixo, não estou falando de uma folhinha que o vento carregou. Estou falando de caixas, sacolas, objetos velhos, sapatos... tudo que vocês conseguirem imaginar. A situação ficou tão chata que instalamos câmeras de segurança. 
E aí aconteceu algo curioso. Pessoas normais, quando descobrem que estão sendo filmadas, costumam parar de fazer coisa errada. Mas aparentemente meu vizinho decidiu desbloquear um novo nível da criatividade. Quando percebeu as câmeras, ele começou a jogar o lixo... no meu telhado. Sim. No telhado. Eu queria estar inventando isso. 
Só descobrimos porque precisávamos trocar a caixa d'água. Quando subiram lá em cima encontraram uma coleção de objetos que parecia uma exposição arqueológica da vizinhança. 

E sabe o que mais me incomoda? Eu nunca fiz absolutamente nada para esse homem. Nunca discuti. Nunca briguei. Nunca reclamei. Nunca nem tentei confrontá-lo porque tenho quase certeza de que isso só pioraria a situação. Então eu simplesmente ignoro. E mesmo assim a situação continua. 
Na época em que minhas cachorras ainda eram vivas, a mãe dele costumava jogar comida por cima do muro. Resultado? As duas ficaram muito doentes algumas vezes. Foi uma fase extremamente difícil e que até hoje me deixa triste quando lembro 😔. 

Mas o episódio mais recente conseguiu me deixar sem palavras. Fui limpar a calçada porque o mato estava crescendo bastante e encontrei uma verdadeira montanha de terra acumulada no pé da árvore que fica na frente da casa. Não era pouca coisa. Tinha facilmente três ou quatro baldes de areia ali. Como uma pessoa curiosa e já traumatizada pela experiência, fui verificar as câmeras. E adivinhem quem apareceu carregando terra? Exatamente. O alecrim dourado da vizinhança. 🙄 
O mais curioso é que ele é um homem adulto. Mora sozinho. Tem duas filhas. Parece ser um bom pai. Aí você olha e pensa: "Que pessoa madura." Mas então ele surge carregando baldes de terra para despejar na frente da casa dos outros e você fica: 🤷🏻‍♀️ Ué. 

Se eu pudesse escolher, moraria em uma ilha deserta. Sem trânsito. Sem confusão. Sem gente jogando lixo no meu telhado. Mas o problema não seja tão simples assim. Sinceramente acho triste quando as pessoas escolhem transformar pequenas convivências em guerras silenciosas. Se existe um problema comigo vem aqui e vamor conversar . Se algo incomoda, fala. A vida já é complicada o suficiente sem precisar transformar a rua em um reality show de baixa audiência. 

Mas falando sério agora... 
Às vezes eu fico me perguntando o que se passa na cabeça de uma pessoa que age dessa forma. E não digo isso por raiva, mas por genuína curiosidade mesmo. Porque não entra na minha cabeça que alguém acorde de manhã, olhe para uma sacola de lixo e pense: "Já sei! Vou jogar isso na frente da casa da vizinha,ela vai ama isso." Sério... eu simplesmente não consigo entender. 🤷🏻‍♀️ 
Voces podem estar pensando que aqui não passa coleta de lixo , ne? Mas eu digo que aqui onde eu moro a coleta de lixo passa todos os dias, inclusive aos sábados. Tem coleta seletiva, tem cata-treco, tem várias opções para descartar as coisas do jeito certo. Mas o abençoado parece olhar para todas essas alternativas e pensar: "Não,não... o aterro sanitário deve estar saturado, estou fazendo um bem para o planeta." E aí escolhe justamente a opção que dá mais trabalho e mais dor de cabeça para todo mundo, se eu ou alguém da minha familia fosse uma pesso explosiva que não tem nada a perder, como muitas por ai? Ou elesó taesperando um de nós reagir pra ele ... agir?  
É por isso que eu fico sem saber o que fazer e o que pensar. Será que ele realmente acredita que isso faz sentido? Será que ele acha divertido? Será que existe alguma lógica por trás disso que eu ainda não consegui compreender? Porque, sinceramente, eu não faço ideia. E talvez o mais frustrante seja justamente isso: eu também não faço ideia de como agir numa situação dessas. Tem problemas que a gente resolve conversando. Outros a gente resolve ignorando. Mas tem esse que é tão absurdo que você fica parado olhando para a cena pensando: "Isso está mesmo acontecendo ou eu entrei sem querer em algum episódio de câmera escondida?" 😅

"Vizinho, eu sinceramente não sei o que eu ou minha família fizemos para despertar em você essa necessidade quase artística de transformar a minha casa em ponto de descarte alternativo da vizinhança.  Mas, ainda assim, deixo aqui o meu mais sincero pedido de desculpas. Se em algum momento fizemos algo que te incomodou, ofendeu ou magoou, saiba que nunca foi nossa intenção. Eu não quero brigar, não quero discussão e muito menos uma guerra fria envolvendo lixo, areia, sapatos e sabe-se lá mais o quê. Eu só quero paz. 
Então, se existe algum motivo para tudo isso, algum mal-entendido ou alguma história que eu desconheço, a porta está aberta. Podemos sentar, tomar um café e conversar como dois adultos civilizados. Porque, honestamente, acredito que conversar ainda dá menos trabalho do que carregar baldes de terra para a frente da casa dos outros. 😅  
Então fica aqui o meu pedido de desculpas e também um convite para a paz. A vida já é complicada demais para a gente transformar a vizinhança em uma novela das oito. 
Com carinho, A vizinha que só quer viver em paz. ☕💜"

Agora me contem: Vocês já passaram por alguma situação parecida com vizinhos? Como lidaram com isso sem perder a paciência (ou a sanidade)? Porque eu estou ace itando dicas. Até o próximo post! 💜

PS: "Se você é meu vizinho e por acaso está lendo isso, saiba que o convite para o café continua de pé. Mas, por favor, deixe a areia em casa." ☕😂

quarta-feira, 27 de maio de 2026

PenPal - Amigo de cartas

 Olá, pessoas! 💌

Primeiramente quero dizer que estou muito feliz com as visitas de vocês aqui no blog! Sério, cada visualização e cada pessoa que passa por aqui deixa meu coração quentinho. 🥹 
Mas eu queria muito saber o que vocês estão achando do blog! Então, se puderem, deixem um comentário contando a opinião de vocês, sugestões, ideias… e até críticas construtivas também. Vou adorar ler tudo! 💜  
Ah! E se quiserem me seguir, é só clicar no botãozinho azul aí do lado direito e acompanhar as próximas postagens, ok? ✨ 

Bom… sem mais delongas, vamos ao assunto do dia: PenPal! 💌 

Acho que alguns de vocês já conhecem esse termo, mas pra quem nunca ouviu falar: PenPal (termo em inglês que significa literalmente “amigo de caneta”) é uma pessoa com quem você troca cartas regularmente. A ideia é construir amizades, compartilhar experiências, conhecer culturas diferentes e, muitas vezes, até praticar novos idiomas. 

E sim… eu sou apaixonada por isso desde criança. 🥹 Comecei a trocar cartas em 1989, quando eu tinha 9 anos. E aqui vai uma revelação bombástica: eu ODIAVA escrever 🙈. Minha letra era um verdadeiro garrancho ilegível! As professoras viviam mandando bilhetes no caderno pra minha mãe reclamando da minha caligrafia… mas meus pais nunca ligaram muito pra isso. Eles quase nem olhavam meus cadernos.  

Até que um dia minha tia Dete (era assim que chamávamos ela com carinho 💜) veio visitar a gente. Ela pegou um dos meus cadernos pra arrancar uma folha e acabou encontrando meus hieróglifos junto com todas as anotações das professoras. Nesse dia rolou uma pequena treta entre ela e meus pais. 👀 

Mas enfim… Minha tia resolveu tomar a situação nas próprias mãos e me deu um caderno de caligrafia. E olha… no começo eu queria morrer a ter que ficar copiando aquelas letras naquele caderno esquisito. 😂 Mas minha tia não desistiu de mim. Quando ela voltava pra São Paulo, ligava pra saber como eu estava indo, cobrava meus pais pra acompanharem mais meus estudos e fazia questão de participar da minha evolução. Resultado? Minha mãe começou a pegar no meu pé também. Tinha cobrança, castigo… mas eu continuava relutante porque odiava aquela obrigação toda. 

Então minha tia teve uma ideia genial. Ela começou a me escrever cartas. 💌 E dentro dos envelopes vinha uma infinidade de exercícios caligráficos divertidos, desenhos, frases e pequenos desafios. Foi aí que, sem perceber, eu comecei a tomar gosto pela escrita. Infelizmente perdi todas as cartinhas dela numa enchente que teve aqui anos depois. A água entrou em casa e molhou tudo. Não consegui salvar nenhuma. Foi uma tristeza enorme… até hoje fico triste quando lembro. 💔 

Na adolescência continuei procurando correspondentes naquelas revistinhas do João Bidu (isso ainda existe? 😂). E foi assim que encontrei muitos amigos de carta. O mais engraçado é que a maioria era homem! E sabe o que é mais curioso? Naquela época dava pra conversar com homens por carta sem receber foto do pinto 🐥 logo na primeira mensagem. Saudades de um tempo mais civilizado, né? 😂 Hoje em dia isso virou artigo raro. Atualmente tenho apenas um correspondente homem. 

Com o passar do tempo veio a era digital e muita gente abandonou as cartas pra migrar pro e-mail. Isso me deixou muito triste. Fiquei anos sem me corresponder com ninguém… Até encontrar um clube de cartas chamado “Mundo das Cartas” 💌.  Claro que me inscrevi na hora. Naquela época eu estava tentando sobreviver ao luto pela perda da minha mãe, e sinceramente… estava muito difícil seguir em frente. Trocar cartas me ajudou mais do que eu consigo explicar. Fiz amizades lindas, conheci pessoas incríveis e alguns desses correspondentes continuam comigo até hoje. Amo cada um deles de um jeito muito especial. 💜 

Pra mim, trocar cartas é muito mais do que simplesmente escrever. É carinho, memória, É afeto dentro de um envelope,um estilo de vida. E sinceramente? Não pretendo parar nunca. ✨ 

Hoje faço parte do clube de cartas “Envelope de Papel”. Fiquei um tempo afastada, mas estou voltando com tudo! Já escrevi 9 cartinhas novas e agora só falta criar coragem pra enfrentar a fila do correio. 😂📮 

Então, se você se interessou e quer fazer novos amigos postais, vou deixar aqui o link do site. É só clicar, se inscrever e esperar a confirmação. Depois disso, você já pode escolher pra quem enviar sua primeira cartinha. 💌 
Espero de coração que você encontre amizades sinceras, histórias bonitas e momentos especiais através das cartas… assim como eu encontrei. 💜✨

O Envelope de Papel : https://www.oenvelopedepapel.com/
Instagran: @ovenvelope_


 


sábado, 23 de maio de 2026

Livro - O Doce Veneno do Escorpião - Diário de uma Garota de Progama


Quando ouvi falar de O Doce Veneno do Escorpião, eu achava que encontraria apenas um livro cheio de relatos picantes e polêmicos. Afinal, a fama da Bruna Surfistinha sempre esteve ligada ao blog que explodiu na internet entre 2004 e 2011, chegando a receber cerca de 15 mil visitas por dia. E o “segredo” do sucesso era justamente os relatos detalhados dos programas que ela fazia com homens, mulheres e casais em seu flat. 
E sim… o livro tem cenas bem explícitas. Algumas até chocam pela quantidade. Teve momentos em que eu parei pra pensar: “Meu Deus, como alguém consegue viver assim?”. Segundo ela, chegavam a ser até seis programas por dia.😳 Dá pra imaginar o desgaste físico e emocional? Pois mesmo ela dizendo que gostava de se sentir desejada por pessoas variadas o peso e o vazio no final do dia deve bater forte, não é a toa que algumas garotas de programa apelam para as drogas para aguentar tantos programas.  
Mas o que mais me surpreendeu foi perceber que, por trás da personagem “Bruna Surfistinha”, existia a Raquel Pacheco. E foi justamente essa parte mais humana da história que mais me chamou a atenção.

Raquel era uma menina de classe média alta, estudou em bons colégios, tinha acesso a
muitas oportunidades… mas parecia carregar um vazio enorme dentro dela. Ela fala sobre inseguranças com o próprio corpo, episódios de bulimia, uso de antidepressivos e uma necessidade constante de se sentir aceita e desejada. A impressão que tive é que a Bruna acabou se tornando uma espécie de personagem criada para preencher dores que a Raquel não sabia lidar. 
Ela começou a beber e fumar muito cedo, entrou no mundo das drogas e acabou tendo vários comportamentos destrutivos. Em alguns momentos do livro, fiquei até irritada com certas atitudes dela, principalmente quando ela mesma admite que fazia coisas só para não parecer “careta” para os outros. Isso, pra mim, mostrou uma falta enorme de personalidade e também uma carência absurda de pertencimento. 

“Nunca mais minha mãe conversou comigo. Não sentiria nada se meu pai nunca mais olhasse na minha cara. Mas nunca mais ouvir ‘minha filha’ na voz acolhedora da minha mãe talvez seja o mais perto da solidão da morte que já cheguei.”

Mas a parte que mais me revoltou foi a relação dela com os pais. Quando descobriram os roubos dentro de casa, a reação do pai foi extremamente agressiva. Segundo ela, apanhou várias vezes, e em um momento chegou a implorar para que ele parasse ou simplesmente a matasse logo. Foi impossível ler isso sem sentir um aperto no peito. Depois disso, o silêncio dentro da própria casa parece ter machucado ainda mais. Os pais passaram a ignorá-la completamente, mesmo morando sob o mesmo teto. E, sinceramente? Eu entendo a dor, a decepção e o desespero deles diante de tudo o que estava acontecendo… mas não consegui deixar de pensar que aquilo só afastou ainda mais a filha. Faltou diálogo. Faltou alguém perguntar: “o que está acontecendo com você?”. Talvez isso não mudasse porra nenhum. Talvez mudasse muita coisa, mas uma coisa ficaria clara, eles  se importavam de verdade com ela. E sinseramente acho que foi esse silencio que a fez ter certeza da partida.

Comprei esse livro lá em 2011, na época do lançamento do filme Bruna Surfistinha, e só fui ler agora em 2026.
Achei que encontraria algo parecido com romances hot ou dark romances que vemos hoje em dia, mas me enganei bastante. Apesar dos relatos sexuais serem parte importante da obra, o livro também mostra dores emocionais, traumas, carência afetiva e a busca desesperada por validação. A leitura é extremamente fluida. Eu, que sou lenta para ler, terminei em 4 ou 5 dias. E acho que esse foi um dos pontos que mais me surpreenderam. 
No geral, gostei da experiência. Não porque concordei com tudo — muito pelo contrário — mas porque foi um livro que furou minha bolha e me fez refletir bastante sobre abandono emocional, autoestima, excessos e escolhas.  

E você? Já leu O Doce Veneno do Escorpião? O que achou da leitura? Me conta nos comentários. 💬📚


Título: O doce veneno do escorpião 
Autor(a): Bruna Surfistinha (Raquel Pacheco) 
Editora: Panda Books 
Ano: 2005 
Páginas: 172
⭐⭐⭐⭐ Nota: 4/5

terça-feira, 5 de maio de 2026

Filme : Nasce uma estrela - Pecisamos conversar.

Olá, pessoas! ✨
Senta aqui comigo porque eu preciso MUITO conversar sobre um filme que acabou comigo... 

Já passava da meia-noite. A casa em silêncio, aquela sensação de cansaço misturada com insônia… e eu só queria distrair a cabeça com qualquer coisa leve. 
Fui rolando a Netflix sem muita atenção, até que uma capa de um filme me fez parar.Tinha uma faixa vermelha embaijo que dizia “Indisponível em breve”. Curiosa, cliquei pra ver quanto tempo eu tinha pra assistir e infelizmente eu não tinha muito tempo só até o dia 6 de maio. Não pensei muito. Dei play. 
O filme tinha 2h15 de duração, mas eu mesma me convenci: se eu não aguentar, termino amanhã. Só que eu não sabia… que não ia conseguir parar. E muito menos que não sairia dele a mesma pessoa. 
 
Nasce uma Estrela me pegou de um jeito que eu não sei explicar direito… mas vou tentar. 
Logo no começo, eu já fui surpreendida. Confesso que não esperava tanto da Lady Gaga como atriz. Mas, meu Deus… ela não só atua — ela sente. E canta de um jeito que arrepia. E ao lado de Bradley Cooper, então… a conexão é absurda. Eu amo a voz dele não sei explicar ela é rouca, intensa… impossível não se envolver. 
No início, eu já fiquei tensa. Achando que o Jack ia fazer algum merda sei lá machucar a Ally de alguma forma, o cara era um alcolatra e ainda usava drogas, na minha cabeça aquilo tinha tudo para desmoronar rápido. Mas não. 
Ele acreditou nela antes mesmo de conhecê-la direito. Ele a coloca no palco. Ele a viu como ela realmente é. E ali começa uma história de amor que tinha tudo pra ser linda… se não fosse tão dolorosamente real. Porque o amor estava ali. Mas os vícios também estavam. E eles eram mais fortes. 😔
 Conforme o filme avança, a gente vê o Jack se perdendo. Afundando cada vez mais no álcool, nas drogas, na própria dor. A carreira dele desmoronando, o corpo dando sinais, os ouvidos falhando… e mesmo assim ele se recusa a se cuidar. E aí vem aquela sensação incômoda: isso não começou ali. Fica claro que o buraco é mais fundo. Que ele vem de uma história quebrada, de um passado marcado por um pai alcoólatra… por falta de referência, por ausência de cuidado. E isso me fez pensar — e que eu acho que a gente precisa falar mais: 

Filhos não são bichinhos de estimação. Aquele serzinho que chega tão pequeno, tão dependente, tão inteiro na sua confiança em você… é uma pessoa, com sentimentos, com medos, com uma esponja emocional que absorve tudo — o que você faz, o que você fala, e principalmente o que você não fala. O exemplo ecoa. Às vezes alto, às vezes em silêncio. Mas ecoa. Ele aparece na forma como esse filho vai se ver no espelho um dia. Em como vai enfrentar a dor. Em como vai reagir quando a vida apertar — e a vida sempre aperta não é ?
É o exemplo dos pais que muitas vezes decide se essa pessoa vai se destruir… ou vai se salvar. O Jack me partiu o coração exatamente por isso. Ele tinha uma dor real, legítima — a perda da audição não é pouca coisa, é perder uma parte de si mesmo. Mas em vez de buscar ajuda, ele foi afogando essa dor no álcool, nas drogas, na negação. E quem pagou o preço mais alto não foi ele. Foram exatamente aqueles que ele dizia amar. 
Isso é o tipo de coisa que dói de ver — não porque é ficção, mas porque é real demais. Acontece todo dia, em casas de verdade, com pessoas de verdade. Triste não é nem a palavra certa. É devastador. 

O momento da premiação foi difícil de assistir. Aquilo ali já era o fundo do poço… ou pelo menos eu achei que fosse. Mas não era. Porque depois da reabilitação, quando tudo parece que pode melhorar… vem o silêncio. Vem o peso. Vem a culpa. E o final… O final me quebrou. 😭 Eu chorei. E não foi pouco. Mas não foi só pela história. Foi pela dor dele. Pela sensação sufocante de ser um peso pra quem você ama. De não se reconhecer mais. De ver tudo que você construiu escorrendo pelos dedos… e acreditar que o mundo talvez fosse melhor sem você. E isso… isso dói de um jeito que fica. 

Quando o filme acabou, eu fiquei ali. Parada. Olhando os créditos subirem na tela, mas com a cabeça longe… tentando entender tudo que eu estava sentindo. 

Nasce uma Estrela não é só um filme sobre amor. É sobre dor. Sobre perda. Sobre vícios. Sobre escolhas. Sobre o peso invisível que algumas pessoas carregam todos os dias. E talvez… sobre como nem todo mundo consegue sair do fundo do poço. 
Algumas pessoas… só caem. 
E isso é o que mais assusta.

terça-feira, 28 de abril de 2026

Meu Recomeço Literário

Olá, pessoas! Tudo bem por aí?
 Eu sinceramente espero que sim. E caso não esteja — bem-vindo ao clube, temos café,livros e muita bgunça organizada. 

Sei que provavelmente ainda não tenho leitores aqui. Vivemos na era dos vídeos de 15 segundos, e eu aqui, teimosa, digitando parágrafos como se fosse 2008. Mas tudo bem. Escrevo por amor e talvez por uma pitada saudável de teimosia. 😄 
Mas chega de filosofia, porque hoje eu vim comemorar um feito HISTÓRICO na minha vida literária. 🥁 

Em abril, eu li dois livros seguidos. Sim. Um depois do outro. Consecutivamente. 
Eu sei que pra muita gente isso parece pouco, mas pra mim foi praticamente uma conquista olímpica. 
Normalmente quando termino um livro, fico semanas processando a história na minha cabeça como se fosse luto literário. 
Sabe aquela vontade incontrolável de falar sobre um filme assim que os créditos sobem? Aquele impulso de virar pra alguém e despejar tudo — "mas você viu quando ele fez aquilo?!" — e ficar ali analisando cada detalhe? Comigo é exatamente assim com livros. A diferença é que geralmente não tem ninguém do lado pra aguentar receber esse despejo. 😅
Então aprendi com uma amiga muito querida que conheci pela troca de cartas — sim, cartas de papel, com envelope e tudo — a hábito de escrever tudo sobre o livro num caderninho. (Lu, saudades 💛) .Mas não faço um resumo certinho, organizado, com introdução e conclusão  como ela faz— isso seria sensato demais pra mim. Eu escrevo o que senti em cada capítulo. É quase um desabafo por escrito, sabe? Uma conversa que eu precisava ter com alguém e acabei tendo comigo mesma. Menos solidão literária, mais catarse. Funciona. 😄

Mas voltando à conquista: dois livros, gente. Eu tô me sentindo uma intelectual. Uma erudita. Uma pessoa que tem a vida sob controle. (Não tenho. Mas o sentimento é muito  bom.) 
Os livros do mês: O primeiro foi Laços Inquebráveis— que já tem resenha aqui no blog. Resumo rápido: me irritou bastante, quase larguei, mas no final o saldo foi positivo. Uma história fofa de romance, família e perdão. Daquelas que você ama reclamar mas termina com um sorrisinho no rosto e o coraçõ quentinho. 

O segundo foi :O Doce Veneno do Escorpião, que comprei no Kindle
há muuuito tempo e vivia ignorando na biblioteca (aquela culpa de livro não lido é real). Eu esperava algo mais bombástico, cheio de revelações chocantes… e encontrei basicamente um diário. Calmo, fluido, honesto. Me surpreendeu! Terminei em 4 ou 5 dias — o que, no meu ritmo, equivale a uma maratona. E esse ânimo todo me jogou direto no terceiro livro do mês: A Última Carta de Amor, da Jojo Moyes. Eu tinha começado a ler em agosto do ano passado, mas precisei pausar quando meu pai caiu no quintal e quebrou o braço — o caos foi tamanho que nem respirar direito eu conseguia, imagine ler. 
Agora retomei… do zero. Porque não lembrava mais de nada do que li 😂 A velhice não avisa, ela simplesmente chega e apaga tudo. 

Meta de leitura 2026: 10 livros. Um sonho ler tanto em um ano 
Meta honesta de leitura 2026: 5 livros e zero culpa. 

E por falar em metas — vocês leem quanto por ano? 
Pergunto porque eu tive um vizinho que lia 19 livros por mês. Leitor nivel Hardcore ele trabalhava de segunda a segunda, criava a filha sozinho e ainda assim: 19 livros. Eu ficava olhando pra ele com uma mistura de admiração e suspeita. Isso não é leitura, isso é superpoder. O homem devia ter 30 horas no dia ou um clone guardado no armário. 😂

Bom, é isso por hoje! Se você chegou até aqui, já é meu leitor favorito — e olha que a concorrência não tá lá muito acirrada 😄

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Minha primeira leitura de 2026 | Laços Inquebráveis

 

Olá pessoas...
Hoje tem resenha fresquinha de livro — acabei de ler e já estou PRECISANDO comentar com alguém 😂📚
Bora comigo? 😏

Sabe aquele tipo de livro que te prende… mas ao mesmo tempo te faz revirar os olhos em alguns momentos? Então. Foi exatamente assim que me senti lendo Laços Inquebráveis.
A história tem tudo pra te conquistar logo de cara: romance com passado, mágoas mal resolvidas, reencontros e aquele toque emocional que promete mexer com o coração. E mexe… mas não exatamente do jeito que eu esperava.
Teve momentos em que eu realmente me envolvi — principalmente na relação do Frederico com as filhas, Lise e Gabriela. Essas partes me pegaram de um jeito mais pessoal. Acho que porque é o tipo de conexão familiar que eu não tive quando era pequena… então sempre que leio algo assim, eu sinto mais. Me faz parar, pensar, imaginar, e às vezes até ficar meio triste.

Dá pra ver claramente que a autora quis construir algo profundo, com laços familiares fortes e sentimentos intensos.
Mas… (sim, sempre tem um “mas” 👀)

Teve momentos em que a história me irritou de verdade. Tipo assim, nível “quase abandonei nos 45 do segundo tempo”.
Porque chegou uma hora que pareceu que a autora estava enrolando pra dar volume no livro. E sério… precisava MESMO?

As cenas de demonstração de amor paternal, que no começo eram lindas e emocionantes, começaram a ficar repetitivas. Te juro, tem partes que parecem umas cinco páginas de: “te amo papai pra cá” “te amo filhinha pra lá”
Confesso… eu pulei essas partes. Desculpa não aguentei 😬

No começo eu estava emocionada. Depois… já estava tipo: “Aff... Ok, ok, já entendi, vocês se amam muito mesmo” 🙃
Isso quebrou bastante a minha imersão. Porque ao mesmo tempo que eu queria saber o que ia acontecer, também ficava cansada de certos conflitos e situações que simplesmente se arrastavam mais do que deveriam.

E não para por aí.
Teve coisas que simplesmente tiraram meu foco total da história — tipo os nomes dos personagens, ( tá bom isso é culpa da minha mente fertil 😜)

Frederico.
Gente… minha mente automaticamente puxava o Kiko do Chaves. Não teve como levar 100% a sério 😂. E como a autora não descreve muitos detalhes físicos dele (só aquele básico: alto, forte, peitoral definido…), minha cabeça fez o quê? Exatamente: criou um Kiko gigante, bombado e de peitoral definido.

E a Mabel?

Na hora eu só conseguia pensar na rosquinha Mabel 🍩🍩
Lembrei da minha infância, dos lanchinhos minha mãe sempre comprava dessa rosquinha… enfim, fui completamente desconectada da história por causa de comida.
Outro ponto que me incomodou: algumas partes são confusas.

Tem também vários erros de digitação, o que quebra um pouco o ritmo da leitura.
E uma coisa que me deixou genuinamente perdida foi a idade dos personagens — principalmente das crianças.

Porque tem momentos em que elas falam como crianças pequenas… e em outros, parecem mini adultas.
No final então? Fiquei mais confusa ainda.

A Gabi já é adolescente quando recebe a carta da mãe biológica… mas depois, no especial de Dia dos Pais, elas parecem crianças de novo.
Eu fiquei tipo: “gente… em que linha do tempo eu tô?” 🤡

Mas apesar de tudo isso…
Não dá pra negar: o livro tem coração.Ele tenta falar sobre perdão, recomeços e a força dos vínculos — aqueles que, teoricamente, nada consegue quebrar. E em alguns momentos, ele realmente acerta. No fim, eu fiquei dividida.

Não sei dizer se gostei… mas sei dizer que senti.
E senti bastante — inclusive irritação, frustração e um certo cansaço. Não foi uma leitura que eu amei… mas também não foi uma que eu odiei.
Foi aquele tipo de livro que te provoca emoções — mesmo que nem todas sejam boas.

E talvez isso já diga alguma coisa.

📌 Minha opinião final:
Um livro com um potencial emocional muito forte, mas que se perde em conflitos repetitivos, excesso de sentimentalismo, diálogos longos demais e decisões questionáveis dos personagens.
Vale a leitura se você gosta de histórias intensas — mas vá preparada, porque pode te emocionar… ou te testar 😂  


Laços Inquebráveis 
Autora: ALC Alves 
Formato: eBook 
Data da publicação: 5 outubro 2016 
Número de páginas:199 páginas 
Genero: Contemporâneo Romance

 ⭐⭐⭐ Nota: 3/5

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Plot twist: criei outro blog

 Olá, pessoas! ✨

Sejam MUITO bem-vindos ao meu cantinho na internet 💛

Eu sou a Vanessa, e esse blog é basicamente… eu sendo eu. Sem filtro, sem roteiro e (provavelmente) sem muito controle também 😄

Aqui você vai encontrar um pouquinho de tudo que faz parte da minha vida: minhas leituras, filmes que assisto, pensamentos aleatórios, tentativas de ser fitness (o esforço existe, o resultado… a gente negocia, 😂), desabafos… enfim, vida real mesmo.

Pra ser bem sincera, a ideia inicial era criar um canal no YouTube. Mas já tentei isso antes e… não foi uma experiência muito boa, a pressão de gravar diáriamente, editar e aparecer sempre impecável fazia minha ansiedade subir pelas paredes — e ela já mora nos andares de cima, imagina..😅

Aí eu parei e pensei: “pera… eu amo escrever. E sou mil vezes melhor com palavras do que com câmeras.”

E cá estou eu — criando um blog… pela milésima vez 😅

Sério, já tive uns 10 (ou mais). Inclusive, deve ter algum blog meu esquecido num servidor empoeirado por esse vasto universo da internet.

Mas agora é diferente.
Naquela época eu não tinha tempo pra mim. Hoje eu tenho vontade. E isso muda tudo.

Então sim… esse aqui vai dar certo 🤞✨

E eu quero vocês comigo nessa.
Comentem, compartilhem, conversem comigo — vamos transformar isso aqui em um espaço leve, divertido e de verdade.

Combinado?

Sejam muito bem-vindos 💛
E até o próximo post!😘

Bagunças Favoritas da Semana